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Os sete pecados da importação: erros comuns na primeira importação

7 pecados importação

Se você fosse desafiado a falar todos os pecados capitais, quantos você acertaria? Bom, apesar de um senso comum, muitos não possuem todos em mente. Mas isso não é um problema. Os pecados são ótimos para exercícios de reflexão.

E quando aplicados da maneira correta, os setes pecados capitais conseguem serem usados para entender diversos segmentos. E um deles é a importação.  Portanto, no texto a seguir você vai entender quais são os principais erros de importadores, e como seriam os “sete pecados da importação”.

 

O que são os 7 pecados capitais?

Independe da visão religiosa, ou de crenças, vamos abordar de maneira objetiva o que os sete pecados capitais representam. Isso, para contextualizar como sua primeira importação pode ser afetada

No geral, os sete pecados são interpretados como comportamentos humanos que podem trazer problemas. Sejam eles na vida de quem prática, ou até mesmo com quem está ao redor.  Sendo eles: avareza, gula, inveja, ira, luxúria, preguiça e soberba. Os pecados são interpretados como a oposição das qualidades que compõe o ser social, seja a generosidade, empatia, humildade etc.

Então, apesar de ser um conceito que surgiu na Idade Média, é algo que está presente no nosso cotidiano. Além disso, é um processo que é possível espelhar em tudo que seja executado por pessoas, principalmente no meio profissional.

Vale dizer que o processo de importação é motivo de muito entusiasmo, principalmente para quem está entrando nesse mundo agora. No entanto, algumas situações podem prejudicar sua experiência, ou até mesmo trazer sérios problemas para operação.

 

Sete pecados na importação

Avareza

A avareza está ligada com ganância. E no mundo dos negócios, isso representa um problema muito comum. Apesar do dinheiro e a lucratividade serem um dos focos de uma importação, o investimento também não pode ser descartado.

Na primeira importação, é muito comum empreendedores buscarem pelas soluções que exigem o MENOR INVESTIMENTO, pensando na maior margem de lucro. No entanto, é importante ressaltar que muitos “profetas” no mundo da importação, prometem “desvendar o misterioso” por pouco recurso. Mas na verdade, essa promessa pode ser uma grande bola de neve, que irá ocasionar sérias dores de cabeça a curto prazo.

A importação é um modelo lucrativo sim, porém não acredite em números fantasiosos. A depender do produto e quantidade importada, a operação pode resultar entre 30 a 40% de lucratividade.

Gula

Geralmente a gula é associada com a “fome excessiva”, mas também pode ser interpretado como um desejo intenso por qualquer coisa que estiver a frente. Uma das principais recomendações na importação, principalmente quando é a primeira, seria importar um único produto

Claro, é muito legal ter uma prateleira com produtos variados, no entanto não é assim que a banda da importação toca. Quando seu capital é restrito, você precisa pensar em UM PRODUTO. 

Isso se deve pela quantidade mínima de produtos que o fornecedor exige, e pelas alíquotas que você irá pagar ao nacionalizar o produto. Variação de produtos, tendo em vista o custo-benefício, pode ser um grande perigo para a lucratividade da sua importação.

Inveja

A inveja é algo tão comum e frequente na vida do ser humano, que não necessita de muita descrição. Sabemos exatamente do que se trata, e como ela pode prejudicar a vida de qualquer um,  seja do invejoso, ou de quem é invejado.

Enfim, no contexto de importação é muito fácil associar a inveja. Afinal, uma das perguntas que mais recebemos é “posso importar produto de marca? posso importar xiaomi ou iphone?”. Bom, a princípio pode não parecer inveja, e sim a vontade de “trabalhar”.

Mas a verdade é, esses produtos de marca conquistaram a força que tem por todo investimento em marketing. Um brand bem feito, é uma marca que vende, e por isso as pessoas associam estes como produtos fáceis de vender. E é justamente esse desejo que é necessário ter cuidado.

Bom, se você ter teimoso e encontrar uma forma de importar um produto de marca, sem a permissão da proprietária, ou pior, trabalhar com réplicas, de antemão você vai ter sérios problemas. Em primeiro lugar, problema com a Receita Federal, sua carga será retida, e todo investimento não será recuperado. E de bônus terá que arcar com os advogados dessas grandes empresas.

A solução para isso é simples: desenvolva você sua própria marca. Trabalhe com pesquisas para encontrar um nome que faça sentido no segmento. Crie uma logotipo única para estampar no seu produto, e intensifique suas vendas através de comunicação objetiva, sejam elas redes sociais, ou na captação de leads.

Ira

Quando a raiva domina o seu interior, o que prevalece é a ira. Um dos critérios para ser um importador é ter paciência. Do contrário seria inviável importar um produto, principalmente se for da China.

Para importar da China, você vai lidar com vários prazos. Fornecedores na china não costumam trabalhar com estoque pronto. Você precisa encomendar a fabricação. Após a fabricação há o booking no porto chinês. Em seguida vem a embarcação e o tempo de entrega. Desembaraço da carga no Brasil.

Ao botar na ponta do lápis, estimasse no mínimo aproximadamente três meses para uma importação acontecer. Isso em um cenário sem nenhum imprevisto. E como todos sabemos, imprevistos acontecem.

Luxúria

A luxúria é a supervalorização das coisas. Hoje, com as redes sociais, constantemente estamos expostos a ostentação. Enquanto a avareza é tentativa de acumular capital, ou a luxúria seria a exposição desnecessária de algo que pode ser sigiloso.

Na importação isso pode ser visto como um pós operação. Muitos empresários que acertam produto gostam de “expor” os números de resultados. Principalmente quando é algo novo.

Pensa o seguinte: você arriscou tudo em um produto, descobriu que tem volume, e você está prestes a ser líder no segmento. Ao compartilhar ou ostentar os resultados, você estaria dando margem parar criar uma concorrência forte, e totalmente desnecessária.

Lembre-se: um mágico nunca revela seu truque!

Preguiça

Como mencionamos anteriormente, importação é coisa séria, e exige muitos recursos. Imagina fazer um investimento por fazer, sem conhecer nada do ramo por pura preguiça? Não soa muito viável.

O primeiro passo para importar é escolher um produto. Mas qual produto mágico que faz sentido importar? Isso depende com o que você trabalha. Se sua empresa é do ramo automotivo, porque você importaria um smartwatch? Não são os mesmos segmentos, e não é o público que você costuma lidar. Faça o básico, mas faça bem feito!

Trabalha como motocicletas? Então visualize dentro da sua oficina, ou loja, quais são os problemas mais comuns, as peças mais buscadas. Tenha um olha aguçado mediante a demanda. Hands on!

Ao decidir um produto, procura sua classificação fiscal, e visualize todas as exigências para importar. Este produto precisa de certificado? Quais os requisitos para certifica-lo? É justamente essas informações que você precisa colher!

Soberba

A soberba é o orgulho excessivo. Geralmente, pessoas orgulhosas não costumam dar ouvidos a terceiros, e se asseguram nas próprias convicções. Mas como fazer uma importação do zero, sem você sequer sabe por onde começar?

Bom, nesse caso, com certeza um especialista de importação seria indispensável. Um bom especialista no ramo vai te apontar o norte, e como evitar os principais erros mais cometidos na importação.

Além disso, ele vai te assegurar da lucratividade baseado na simulação de importação, que irá considerar todos os custos, e qual seria o preço final por unidade.

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