BLOG

Será o fenômeno “China” uma realidade ou um mero modismo de estudo?

A China é o país com maior referência em estudos acadêmicos, principalmente nos cursos de Relações Internacionais. E não é de se surpreender. O país ao longo de seus últimos 2.000 anos de história nos fornece uma quantidade infinita de riqueza, sabedoria, cultura e, principalmente, a instigante curiosidade de se conhecer o estilo de vida de 1,3 bilhões de pessoas que formam o “Império Vermelho”.

O que leva um internacionalista a se dedicar à China? Visão de longo prazo? Satisfação pessoal? A China, conforme afirmam diversos especialistas, é o país do futuro. Maior mercado consumidor do mundo, atividade expressiva no comércio internacional, forte participação na sociedade internacional, é um país singular e “superlativo”. Tudo no território chinês é grandioso. População, território, etnias, idiomas, belezas naturais, tudo em quantidade interessante. A brilhante Cláudia Trevisan em seu livro “Os chineses”, faz o uso das palavras de Napoleão, que no século XVIII disse: Quando a China acordar, ela vai balançar o mundo. A resposta para as minhas perguntas pode ser: Visão de longo prazo, almejando a satisfação pessoal, pela confiança que a China nos passa e vem demonstrando ao longo dos anos como potência.

Bebês chineses não usam fraldas, em suas calças há uma abertura entre as pernas capaz de facilitar a realização de suas necessidades fisiológicas. Curioso? Sim, o país se contrasta de diversas maneiras com nossos costumes. Imagine se cada bebê chinês usar três fraldas descartáveis ao dia? Aspecto importante na poluição mundial e está bem próximo da realidade. O estilo de vida do ocidente está levando mães chinesas aderirem fraldas em suas crianças.

As exportações chinesas, a competitividade que a China impõe no comércio internacional, os novos produtos que são lançados a partir de outros existentes com um preço menor, nos leva a ter o país como foco de estudos tanto no âmbito das negociações internacionais como no marketing internacional. A abertura econômica de Deng Xiaoping, em 1978, hoje se reflete na economia de uma quantidade importante de nações. A China vem participando cada vez mais na vida da população mundial. Nos Estados Unidos, a nacionalidade de estudantes estrangeiros dominante é a chinesa, em seguida aparece a indiana. Os chineses estão se adaptando ao nosso estilo ocidental de vida, e ganhando espaço de forma feroz. Estudiosos, inteligentes e ambiciosos, eles fazem jus ao nome Zhongguó (China em mandarim), que significa Império do Meio.

A China, séculos atrás, foi a maior potência mundial, porém ao longo dos anos foi perdendo essa nomeação diante de erros e acertos de imperadores e governantes, até muito conhecidos. Mao Zedong, ao tentar fechar a China para o mundo, e vice-versa, cometeu um erro. É notório, diante dos fatos, o fracasso de suas políticas quando comparado a Deng. Este estimulou o “ter” dos chineses, fazendo com eles se tornassem ambiciosos e fomentassem a economia internacional.

Mesmo com a desvalorização do renminbi frente a moeda brasileira, a China atrai profissionais e estudantes em busca de conhecimento de mercado local, costumes, etiqueta, e principalmente, visão de mundo. O jeito peculiar de negociação dos chineses é um fator que vem atraindo executivos a cursos, palestras e workshops, visando o sucesso na mesa de negócios.

Seja para universitários de RI ou gestores de negócios internacionais, será a China um ponto vermelho dentro do sucesso de suas carreiras? Seria a frase “Pensar globalmente, agir localmente” um pouco generalista? Acredito que tal frase poderia ser mais bem empregada como “Pensar como um chinês, e agir como tal.”. Poderia ser uma boa forma de benchmark. A China ainda levará brilho aos olhos de muitas pessoas, basta esperar.

Por Roberto Ferreira Junior – Colaborador China Link, direto do Brasil
www.chinalinktrading.com
Acompanhe novidades no: www.facebook.com/ChinaLinkTrading

Compartilhe:
Share on whatsapp
Share on facebook
Share on linkedin
Share on telegram
Share on twitter

#MAIS ARTIGOS

Elon Musk chines tiktok

Conheça Yilong Ma, o “Elon Musk” chinês que cresce nas redes sociais

Produtos de informática tem imposto zerado

Produtos de informática tem imposto de importação zerado

Produtos Importados da China seguem forte no Brasil

Produtos Importados da China: Ranking 2021