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Importar peças de reposição é viável?

Seu desejo é se aventurar na importação, mas não sabe exatamente o que importar, fica tranquilo! Alguns se frustram ao descobrirem que não é possível trazer um produto de marca. Por outro lado, o óbvio nem sempre é o que da dinheiro.

Você não pode importar um lote de iphone, ou do último galaxy lançado. Sendo de forma literal, importar todos podem, basta fazer o pedido. Mas se fizer, lembre-se, há algo que você definitivamente não vai poder se livrar: a busca implacável da Receita Federal para apreender a mercadoria. De brinde, você será autuado e em seguida processado pelas gigantes como por exemplo a Apple, ou a Samsung.

Mas sabe o que você realmente pode importar, e de maneira legal? Importar peças de reposição, importar acessórios, ou qualquer coisa que tenha relação com o segmento.

Importação de peças para reposição

Independente do cuidado, todos os bens materiais possuem um prazo “limitado” de durabilidade. A manutenção nada mais é que o complemento de algo que está sendo útil.

Hoje, alguns profissionais que atendem demanda de serviços entenderam que o próprio trabalho é uma oportunidade de expansão. Isso é, desde o mecânico de motos que identificou a oportunidade de importar as peças de reposição que mais são trocadas. Ou, o dono da loja de manutenção de celular, que entendeu que o descuidado dos clientes é o mais comum. Então, além trocar a tela do celular, ele oferece uma película de proteção. Só nesse caso, são duas peças que são ótimas oportunidades, de alta demanda.

Dessa forma, a primeira coisa antes de importar é definir aquilo que você tem afinidade, e sabe que o volume de venda do produto em questão é bom.

Por outro lado, você precisa ser assertivo ao importar. Isso se da por dois motivos, o primeiro é porque importar envolve investimento, e todo dinheiro investido é precioso. O segundo motivo acontece pelo fato de não ser rentável importar vários produtos ao mesmo tempo. As despesas com imposto, mais a quantidade mínima exigida pelo fornecedor para fabricar cada item, vai ser uma bola de neve muito grande para você que deseja começar a importar.

Pense no comum, mas vá além

Como explicado anteriormente, as vezes o óbvio pode não ser a melhor ideia. Mas isso não quer dizer que você não possa optar por coisas simples. Desenvolva um olhar crítico no meio que você trabalha. Passe a observar a presença de produtos que fazem parte da rotina, seja ela das pessoas ao seu redor, ou da sua.

Após decidir o produto, faça uma pesquisa, e estude como ele é consumido no Brasil. Se o seu estudo apontar que o produto tem mercado no Brasil, e não apenas na sua bolha, então de continuidade. Busque por fornecedores na China que trabalhem com esse produto. Sempre com muito cuidado, pois a internet é um oceano de oportunidades e risco.

E não perca o foco! Ao fazer de fornecedores ou produtos, não caia na tentação de produtos super diferentes. Claro, coisas inéditas sempre tem a possibilidade de dar bom, afinal adoramos inovações. No entanto, o comportamento de consumo varia muito de país para país. Então pode ser que o produto que é tendencia na Itália, talvez não vá ter demanda no Brasil, que é um país multicultural, com demandas distintas a cada estado.

 

Por: Lucas Freire, Mamba Digital

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