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Importação de Scooters Elétricas: Saiba o que mudou!

Nos anos de 2019 e início de 2020 houve uma grande alta na procura das Scooter elétricas como uma maneira de se locomover de forma mais sustentável assim também como contornar o contínuo aumento nos preços do combustível e um meio para aqueles que não possuíam uma carteira de habilitação.

Com isso os importadores identificaram a tendência tornando o produto um dos top 10 de produção e importação da China. Na época não era necessária nenhuma certificação facilitando muito o processo, e aqueles que forma pioneiros desse segmento tiveram muito sucesso sendo possível trazer modelos de US$300,00 e repassando no mercado a R$16.000,00.

Porém o tempo passou e ano é 2022, as regras mudaram e o mercado de motociclos expandiu gerando novas categorias e consequentemente novas exigências. A partir daí vem o questionamento, ainda vale a pena importar motos elétricas?

Vamos conhecer primeiro como atualmente está subdividido este segmento:

CICLOMOTORES:

São os veículos que de fábrica não ultrapassam os 40Km/h e possuem potência calculada entre 350w a 4000w. Pela nova lei estes veículos necessitam de habilitação para a circulação assim como devem ser emplacados, sujeito a apreensão do veículo.

 

 

MOTOS ELÉTRICAS:

São as motocicletas que possuem potência maior que 4000w sendo obrigatoriamente o emplacamento do veículo e a necessidade da habilitação para a condução.

 

 

E-BIKE:

São os veículos com potencia menor que 350w, não são reconhecidas como de fato motocicletas portanto não necessitam de habilitação ou emplacamento, porém, devem seguir as regras que as conhecidas bicicletas seguem, portanto, serem guiadas em ciclovias, não circular em rodovias etc.

 

 

Anteriormente o Código de Trânsito Brasileiro não especificava com exatidão se as motos elétricas entravam nas regras, estas sendo atualizadas em abril de 2021 inserindo esta nova modalidade e atualizando as regras para estas descritas acima.

 

Veja como era antes e como está atualmente classificado no Código de Trânsito Brasileiro:

 

Antes:

Ciclomotor: Veículo de duas ou três rodas, provido de um motor de combustão interna, cuja cilindrada não exceda a cinquenta centímetros cúbicos (3,05 polegadas cúbicas) e cuja velocidade máxima de fabricação não exceda a cinquenta quilômetros por hora.

 

Depois:

Ciclomotor: Veículo de 2 (duas) ou 3 (três) rodas, provido de motor de combustão interna, cuja cilindrada não exceda a 50 cm3 (cinquenta centímetros cúbicos), equivalente a 3,05 pol³ (três polegadas cúbicas e cinco centésimos), ou de motor de propulsão elétrica com potência máxima de 4 kW (quatro quilowatts), e cuja velocidade máxima de fabricação não exceda a 50 Km/h (cinquenta quilômetros por hora).

 

E como isso pode afetar na importação das motos elétricas?

Acontece que agora é necessário identificar em qual categoria o seu produto irá se encaixar, sendo a melhor alternativa para a sua importação as E-Bike, que não possui nenhum empecilho para trazer ao mercado e para ofertar ao cliente.

Mas caso você queira investir e apostar nas outras categorias, basta seguir as regras que são impostas aos segmentos e apostar nas vendas deste produto, pois, mesmo sendo um produto tendência, ainda é um produto que segue a linha da energia limpa que a cada dia vem ganhando mais espaço.

 

Por: Pedro Vidal, Mamba Digital.

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