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A evolução das pautas de comércio exterior da China

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No ano de 1978, Deng Xiaoping iniciou seu plano de reforma econômica na China, pautado no fim do atraso e estagnação do país em relação ao mundo. Esse conjunto de mudanças foi tão bem sucedido que levou a China à posição de maior país emergente do mundo. O plano do respectivo presidente estava pautado em alguns pontos básicos:

  • Âmbito interno: extinção das comunas agrárias e execução de uma reforma agrária. Como resultado dessa mudança, em 1999 o país era o maior exportador de grãos do mundo;
  • Âmbito externo: abertura aos investimentos estrangeiros e incentivos ao comércio internacional. Como exemplo encontra-se a criação de Zonas Francas e Zonas Econômicas Especiais, onde as empresas instaladas puderam contar com a isenção de impostos e o envio da remessa de lucros para o exterior bastando exportar 10 ou 20% da produção;

Essas medidas possibilitaram à China alcançar o terceiro lugar no ranking mundial dos países exportadores e a acumular o maior número de reservas cambiais do mundo. Para acompanhar o desenvolvimento, a China passou a exportar máquinas elétricas e mecânicas, vestuário de malhas, móveis, instrumento de precisão, obras de ferro ou aço, plásticos, automóveis, calçados, entre outros. E sua importação baseou-se em produtos ligados à fábricas, como máquinas, combustíveis, minérios, plásticos, químicos orgânicos, cobre e, algo para a sociedade, as sementes e os grãos.

No ano de 2013, a China superou os Estados Unidos como o país com maior volume mundial de comércio exterior. As exportações e importações chinesas ultrapassaram US$4 trilhões. Neste ano, a expectativa é mais positiva, pois as condições para o crescimento em 2014 serão melhores que em 2013. No entanto, dados revelaram que o crescimento econômico da China caiu para 7,4% no primeiro trimestre deste ano. Mesmo com este dado, ocorre uma estabilidade no mercado de trabalho e de importação dos produtos chineses.

No ano de 2014, a China continua importando combustíveis, grãos, minérios e químicos orgânicos, além de pedras de construção, cobres afinados e liga de cobres, celulose, polímeros e o óleo bruto do petróleo. Isso demonstra que a produção industrial continua em constante desenvolvimento. A exportação é, então, pautada nos produtos produzidos pelas indústrias, bem como os grãos procedentes da agricultura chinesa. Mesmo com a desaceleração do crescimento chinês, o país dá sinais de que continuará lutando por seu posto mundial de grande país emergente e possível país hegemônico do futuro.

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Leticia  Por Letícia Osti – Direto de Marília-SP, Brasil.

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