Reformas no exército: os “viciados em internet” serão barrados

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As forças armadas chinesas da província de Hebei, o Quartel do Exército de Libertação Popular terá um obstáculo a mais para os homens que tem o desejo de fazer parte do exército. Foi acrescentado pelo Quartel, um controle nos novos recrutas que será testado em seu processo de seleção. Os militares querem ter a certeza de que os jovens candidatos, não são viciados em internet. 

“A dependência da internet poderia afetar gravemente o estudo e o trabalho de um soldado. As pessoas que têm este problema não podem ser nomeadas para cargos politicamente importantes no Exército” diz um oficial encarregado do processo de seleção. 


Todo esse alarde está sendo feito com fins de ter uma “avaliação política dos candidatos”, segundo o jornal estatal South China Morning Post. Mencionado nesta sexta feira (29), a seleção ficará mais rigorosa ao examinar as preferencias políticas de um candidato, origem familiar, antecedentes criminais e outros aspectos, além dos antigos, como exames físicos e psicológicos. 

Da parte do militar chinês, ainda não existe uma prova concreta de como será dada essa avaliação contra viciados em internet, ou como estão chamando “pessoas com dependências eletrônicas”. 

A China, considera a dependência da internet e videogames como uma “doença”, e existem centros específicos para tratamento das mesmas, pois é considerada como um “distúrbio psicológico”. Todos esses procedimentos se iniciaram, pois constataram que o uso excessivo da internet, pode causar danos tão graves no cérebro de um adolescente, que pode-se fazer uma comparação aos efeitos do consumo de álcool e até mesmo de cocaína. 

Pode-se chamar este fato como Reforma no exército, tendo em vista que o Presidente Xi Jinping é quem lidera um grupo que está conduzindo estas mudanças no país. 

O foco é criar um exército que tenha uma capacidade técnica alta o suficiente, que seja capacitado a “obedecer ao comando do Partido e seja capaz de vencer batalhas com a precisão de uma orquestra” e para terminar as palavras do presidente, ele adiciona o objetivo: ter um índice de presença de profissionais com diploma universitário nas forças de defesa com especialidade técnicas, como engenharia, matemática e física. 

Fonte: Veja

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carol

 

Este artigo foi escrito pela graduanda de Relações Internacionais, Carolina Ranzoni, Faculdades Metropolitanas Unidas, São Paulo – SP. 

 

 


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