O Programa da Transparência

26-09-2014-11-06-31

O governo chinês sempre surpreende o mundo, nos seus critérios de avaliação e regimento Estatal. Por muitas vezes criticado por ações terroristas contra separatistas, fabricação em massa de instrumentos de tortura e jornada de trabalho incansável, recentemente, uma atitude do governo se destoa como a mais democrática já vista, dentro do regime socialista chinês.

A ofensiva contra a corrupção, lançada pelo presidente Jinping nesse ano, demonstra uma punição gravosa aos políticos e funcionários estatais que forem comprovados de participação de algum tipo de esquema de corrupção e suborno. Até mesmo os presentes de alto custo, como vinhos e champanhes dados a empresários e políticos durante jantares, deixaram de ser permitidos. Tudo em prol da não-utilização de nenhum regalo que influenciaria na tomada de decisões por qualquer parte de um acordo.

Essa decisão já reflete diretamente nas boutiques e casas de jogos chinesas, que tem perspectiva de crescimento comercial entre 0,1% e 0,4% menores do que as dadas no ano passado. Porém, a campanha anticorrupção e contra gastos excessivos desonera a máquina estatal em alguns âmbitos muito importantes, e abre alas a certa conduta de Direito Privado que influencia muito mais no investimento de bancos no país, uma vez que a nova política de transparência e prestação de contas rígida do Estado está transformando todo o plano econômico chinês.

Agora, o plano chinês torna-se evidente: Crescer, e exceder as expectativas do mercado mundial, com transparência e desfavoritismo, para que possa, talvez, se destacar com sua conduta de árduo trabalho e deveras honestidade implicada na bona fides de seus compromissos.

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Este artigo foi escrito pelo graduando de Relações Internacionais, Luis Gustavo Colalto Silva, Faculdades Metropolitanas Unidas, São Paulo – SP. 


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