O planejamento econômico chinês e seu reflexo no globo – China Link Trading

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A ascensão do balanço de pagamentos chinês nos últimos sessenta anos põe à luz o quanto o planejamento econômico e a identidade cultural contribuem na eficiência desenvolvimentista de uma nação. Desde os anos 50, o povo chinês tem erguido, mantido e ampliado suas próprias fábricas e indústrias de tecnologia, periféricos e bens de consumo.

Com a contribuição de uma população que atua ativamente na indústria e no campo, com uma remuneração curta e longa jornada de trabalho, a República Popular da China pode contar com aproximadamente um bilhão de pessoas ativas nos trabalhos centrais e cruciais para a evolução da economia da China, definindo novas fronteiras no quesito custo-benefício e qualidade.

É certo que a ética de trabalho chinesa promove a sustentação de um governo cada vez mais forte e uma economia bombardeada de elevação de lucros, uma vez que as diretrizes sejam as mesmas com baixa alternância de poder no país.

A sustentação do país emerge na conduta governamental para sua preservação, sendo o maior eixo de importação a carne suína para o abastecimento da população. Quando o mercado de proteínas animais desliza, a economia chinesa se mantém. Mas, com a entrada de mercado no sul da Grécia, e a forte troca cultural e turística com a Oceania, novos tipos de produtos têm sido ofertados para suprimentos, tais como a carne bovina australiana e o cordeiro neozelandês.

Mais uma vez, o planejamento econômico chinês se mostra ativo em suas fraquezas, fazendo com que sua ascensão à maior economia do globo possa ser cada vez mais possível.

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Este artigo foi escrito pelo graduando de Relações Internacionais, Luis Gustavo Colalto Silva, Faculdades Metropolitanas Unidas, São Paulo – SP. 


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