A perspectiva chinesa sobre a Zona de Livre Comércio e integração Ásia-Pacífico – China Link Trading

APEC-Integraçao-asia-pacifico

A China, desde 2014 vem tentando investidas de fomentar uma zona de livre comércio com os países da Ásia e membros da APEC (Cooperação Econômica Ásia Pacífico).

Esta zona de livre comércio funcionaria basicamente aos moldes da União Europeia, portanto, com livre circulação de bens, serviços e pessoas, unificação monetária e fiscal etc. Este bloco somaria em média 57% da riqueza mundial, e representaria 44% do comércio mundial.

O país tem acelerado o ritmo para implementar tal bloco econômico com grande impulso institucional.

Esta tentativa de acelerar as práticas de comércio e cooperação é importante para renovar a politica econômica externa da China bem como tornar o país cada vez mais aberto.

Segundo o presidente da China, Xi Jinping, o país deve fomentar ainda para 2015 normas de comércio e investimentos para fortalecer sua capacidade para destinar recursos financeiros para o mundo todo e servir melhor o desenvolvimento econômico do país.

Xi Jinping deu tais declarações diante dos legisladores de Shanghai na semana passada, no leste da China, em um painel de discussão acerca do relatório de trabalho do governo apresentado pelo primeiro-ministro chinês Li Keqiang.

Segundo ele “a inovação é a força impulsora mais importante para o desenvolvimento”.  Neste sentido, o país tem optado cada vez mais por quebrar barreiras e integrar-se cada vez mais com os países do globo, seja no que tange os BRICS, ou mesmo no que tange formar o novo bloco econômico.

Diante disso, ele reconhece que para integrar-se é necessário investir cada vez mais em tecnologia e inovação. E ainda garante que o Partido Comunista vai se adaptar as novas necessidades econômicas.

Acompanhe nosso Blog de Importação e tire dúvidas conosco através do e-mail de contato: contato@chinalinktrading.com.

Nota do autor: Caso a leitura do artigo traga-lhe alguma dúvida ou sugestão, deixe o seu comentário abaixo. Estamos sempre disponíveis para atendê-los!

 
artigo
 
Este artigo foi escrito pela graduanda de Relações Internacionais, Nayara Chrisnam das C. Melo, Faculdades Metropolitanas Unidas, São Paulo – SP. 

Veja Também


Deixe seu comentário