Países desenvolvidos poderão receber maiores investimentos chineses

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O apetite da China por recursos naturais continua grande, mas as investidas do país no exterior já não se limitam a projetos ligados à extração e obtenção de matéria-prima que, num passado recente, chegaram a elevar o Brasil ao topo da lista dos países que mais receberam investimentos diretos dos chineses, foi o que disse a BBC Brasil montando um panorama para o ano de 2014.

Economistas especializados na arrancada chinesa rumo aos principais mercados mundiais classificam como a “nova onda” esse novo ambiente nas exportações principalmente no que tange os setores tecnológicos e imobiliários. Após uma vertiginosa queda nos investimentos desde 2010, segundo levantamento feito pela China Global Investment Tracker o Brasil vem sofrendo de forma ainda mais abrupta através das seguidas quedas nos anos seguintes resumindo-se apenas em petróleo e gás como produtos exportados.

A grande mudança se encontra após observação feita por Claudio Frischtak, consultor do Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC), nos principais mercados mundiais como nos EUA e Canadá. Isto se deve a uma forma natural de se agir dentro da concepção chinesa de se fazer negócios uma vez que num passado recente sua concentração era feita na Austrália, posteriormente cedeu o posto para a região da África Subsaariana substituindo o próprio Brasil. Esta mudança, portanto se deve às iniciativas objetivadas em expandir e dinamizar os complexos exportadores no sentido de melhorar o ambiente de negócios, reduzir custos e melhorar principalmente a infraestrutura.

Apesar da contínua pressão de aumentar a competitividade, tecnologia e expansão de mercados globais; as commodities continuarão exercendo seu papel de carro chefe destes investimentos. Além, da recente tentativa de se entender o mercado de recursos naturais objeto  cada vez maior de desejo dentro de um panorama escasso destas ofertas.

Assim, é possível compreender que apesar do declínio chinês para com o mercado brasileiro, o ciclo tenderá a continuar podendo até ser possível regressar aos tempos áureos de fortes investimentos como em 2010.

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Este artigo foi escrito pelo graduando de Relações Internacionais, Rafael A. Belfiore, Faculdades Metropolitanas Unidas, São Paulo – SP. 


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