Novos horizontes

Ao sair do aeroporto me deparei com a primeira situação inusitada, precisava sair de Hong Kong e entrar na China (Hong Kong faz parte da China, mas não é. Até os Chineses precisam de visto para irem para HK). Para ir até a China, precisava pegar uma tal de limusine (fiquei imaginando aqueles carros sedans, pretos e longos com um motorista chamado James) que seria o meio de transporte mais rápido para esse translado. Entrando na “limusine”, vi que o sonho foi por água abaixo, e a tal limusine não passava de uma simples van semelhante a uma Topic.

Dentro do carro, dividindo com outras 4 estrangeiros (não é tão cheio assim igual as lotações de SP) foi preciso preencher um papel/formulário de saída de Hong Kong com todos os seus dados como passaporte, data de nascimento, nacionalidade, etc (detalhe que a direção fica na direita, igual na Inglaterra e outros países de colônias Britânicas). Depois de mais ou menos 20 minutos, chegamos em umas cabines que a primeira vista pareciam com as do pedágio brasileiro.

Os pedágios na verdade eram o departamento de emigração, onde estava saindo de Hong Kong e entrando em uma área de limbo entre a China e Hong Kong.

Andando mais alguns minutos, um novo “pedágio” aparece, agora dessa vez é o departamento de imigração Chinesa, após alguns momentos de tensão com a policial nos olhando e examinando fomos liberados. Finalmente estava oficialmente na China em um calor de 32˚C com humidade de 70% de jaqueta de couro e outra blusa, dica? Consulte sempre o tempo da cidade que está indo visitar. Abraço e até a próxima.

 Por Douglas Pazelli – Diretamente da China
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