Intercâmbio de preços demonstra uma melhora na cobertura da inflação

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As importações chinesas voltadas para o setor alimentício seguem fortes, criando cada vez mais uma rota de comércio bem-sucedida entre os distribuidores asiáticos, e os produtores mato-grossenses. Com um aumento de 24% na produção de suínos, o Mato Grosso, estado líder em criação suína na América do Sul, possui, somente em importações chinesas, cerca de 30% do total de importações voltadas ao mercado mundial, valor correspondente a 1,8 mil toneladas entre os meses de janeiro e junho.

Essa contribuição de importação fez com que o foco de inflação mínima que existe no país, torne a baixar os índices. A carne de porco, alimento-base da maioria dos chineses, obtém uma alta inflacionária de 0,6%. Enquanto que as aves baixam inflacionariamente em um exorbitante resultado de 3,2%, permitindo aos investidores uma maior estabilização no comércio de carne na bolsa de Hong Kong.

Os novos investimentos chineses no porto europeu de Piraeus, situado no mar báltico, além dos interessem nos aeroportos de Atenas e Creta, na Grécia, aproximam a entrada do mercado chinês à Europa, tanto na cobertura de importação de alimentos, dos quais a maior produtora de suínos, a Inglaterra, quanto exportação forte de tecnologia avançada a um custo/benefício muito mais viável aos países da Europa Oriental, como a Ucrânia e a Croácia.

Desta forma, a eliminação de custos de estadia e encurtamento de prazos para entrega de cargas no mercado chinês tem uma arma maior para o desenvolvimento econômico de combate à inflação chinesa, que desta forma programada pelo Estado, encurta o prazo de transações, e atrai investidores europeus dentro do mercado asiático.

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Este artigo foi escrito pelo graduando de Relações Internacionais, Luis G. C. Silva, Faculdades Metropolitanas Unidas, São Paulo – SP. 


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