‘Informações políticas’ são vetadas em aplicativos de celulares na China

China veta informações políticas em aplicativos de mensagens de celulares

Aplicativos de mensagens em celulares são práticos, rápidos e facilitam a vida social e até profissional de milhares de pessoas. Muito popularizados pelo mundo, esses aplicativos permitem conversas em tempo real e simultaneamente entre duas ou até mais pessoas em diferentes lugares. Com esta básica explicação sobre o que são esses programas, aparentemente úteis, inofensivos e não incomodam ninguém, até certo ponto.

Na China, proibiram os usuários desses aplicativos, como o WeChat, de divulgar publicamente “informações políticas” sem autorização. A internet hoje em dia, podemos dizer que é “livre”, onde internautas podem fugir do controle do governo. Partindo deste pensamento, as pessoas acabam utilizando desses recursos para tal ação.

No país Asiático, a partir de agora, as empresas que desenvolvem os aplicativos devem assegurar que os usuários estejam registrados com o nome verdadeiro. Além disso, os usuários serão obrigados a aceitar “sete princípios fundamentais”, com o compromisso, entre outras coisas, de “apoiar o sistema socialista”.

Tudo isso teve início em Maio, onde o governo chinês lançou uma campanha contra os “propagadores de boatos” no WeChat, similar à operação lançada em 2013 no Weibo, centenas de pessoas foram detidas.

Pela perspectiva do governo, uma precaução contra falsos boatos. Pela perspectiva dos usuários, uma repressão? Mesmo vindo de um governo socialista.

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Foto Jefferson Oliveira

Este artigo foi escrito pelo graduando de Relações Internacionais, Jefferson Oliveira, Faculdades Metropolitanas Unidas, São Paulo – SP. 


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