Case: Importar Rastreadores da China

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Marcelo é dono da empresa Car Security, que proporciona aos seus clientes serviços completos que assegurem o seu carro, como blindagem, checagem dos materiais de segurança e implantação de sistemas de rastreamento.

Nas últimas semanas, ele juntamente com um consultor especializado no mercado chinês realizaram uma pesquisa de fornecedores que poderiam oferecer a sua empresa rastreadores para carros mais baratos e com um grau maior de tecnologia agregada. Encontraram então a marca Foundit, na cidade de Shenzhen na China.

Como acontece em qualquer processo de importação, o importador tem que antes de realizá-lo verificar se sua empresa está devidamente inscrita na Receita Federal do Brasil, com todos seus encargos em ordem para que seja possível a retirada do RADAR (Registro e Rastreamento da Atuação dos Investidores Aduaneiros). Após esse registro como visto aqui no Blog de Importação anteriormente, faz-se necessário averiguar se o produto importado precisa de uma licença de importação para ser comercializado em território brasileiro.

No caso dos rastreadores para carros, assim como no caso dos celulares importados, é necessário que o produto seja analisado e homologado pela ANATEL. Entretanto, diferentemente dos celulares, os rastreadores são homologados após a sua importação, por conta disso torna-se extremamente necessário a inspeção desse produto em sua fábrica de origem, para que quando a ANATEL o analise ele já esteja dentro das normas e possa ser homologado para o comércio. Para que o importador não perca todo o lote de rastreadores já embarcados no Brasil.

Marcelo, antes de realizar a importação sabe que terá custos com a Trading que contratou, geralmente 10% do valor total da compra, com o embarque e desembarque, que varia de acordo com a quantidade do produto importado e o meio de transporte, com a homologação da ANATEL após a importação que pode chegar até a R$80 mil, entre outros encargos contidos no processo.

Porém, Marcelo gostaria antes de fechar a importação saber um pouco mais sobre as alíquotas que incidem sob a importação de rastreadores.

Dentro do sistema criado para identificar a natureza das mercadorias que circulam no comércio internacional entre os países do MERCOSUL e o resto do mundo,  os rastreadores são classificados na Nomenclatura Comum do MERCOSUL (NCM) como APARELHO DE RADIONAVEGAÇÃO, cujo código é o de nº 8526.91.00.

Marcelo irá importar uma quantia de US$ 100 mil em rastreadores. No simulador da Receita Federal do Brasil podemos verificar os impostos que incidiram na mercadoria:

simulador

Como podemos observar, se Marcelo efetuar a importação ele gastará em tributos aproximadamente R$ 70.477 (o que pode variar de acordo com a cotação do dólar no dia da consulta). Sendo as alíquotas de 4% em ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços), 0% em II (Imposto de Importação), 20% em IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), 1,65% em PIS-Importação (para o Programa de Integração Social), 7,6 % em COFINS-Importação (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), todas calculadas referentes a entrada no estado de São Paulo.

Nota do autor: Caso a leitura do artigo traga-lhe alguma dúvida ou sugestão, deixe o seu comentário abaixo. Estamos sempre disponíveis para atendê-los!

Taiame-souza

Por Taiame Souza – Direto de São José dos Campos/Brasil
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