Hong Kong clama por Democracia e cria problemas para Pequim

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Na última semana o governo chinês transmitiu apoio total às manifestações em Hong Kong palco de uma série de protestos nas ultimas semanas em favor da democracia na região que exige diretamente de Pequim as reformas políticas prometidas.

Tais manifestações levaram milhares de pessoas às ruas de Hong Kong o que tem causado espanto aos setores tradicionalmente financeiros da região. A cidade de Hong Kong é ex-colônia britânica e tem um sistema de governo diferente do restante da China – com liberdade econômica e relativa liberdade política, com diversos partidos.

Estes manifestantes pró-democracia darão continuidade ao plano de tomada da principal praça financeira do território ao menos até que o governo de Pequim se pronuncie com as medidas prometidas. Outros países já se pronunciaram a respeito como é o caso da Inglaterra preocupada com a situação pediu para que Pequim abra espaço para diálogos produtivos, assim como, os Estados Unidos que pediu moderação ao governo de Hong Kong e expressou moderação a um possível sufrágio real pleno no território.

Duas visões são possíveis concluir desta análise; uma cidade que convive com aspectos de vida bastantes ocidentais caracterizadas por um estilo liberal de conduzir seu sistema econômico produzem também um pedido de participação política nesse sentido – algo diferente na região caracterizada por forte intervencionismo estatal. Também, sob o ponto de vista chinês, o descontrole de um centro financeiro tão importante pode provocar fortes anseios políticos em outras regiões controladas por Pequim, por isso, o diálogo deve ser horizontal uma vez que qualquer desgaste poderá desconstruir uma mítica de paz na China.

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Este artigo foi escrito pelo graduando de Relações Internacionais, Rafael A. Belfiore, Faculdades Metropolitanas Unidas, São Paulo – SP. 


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