Desafios enfrentados pelos países Latino-Americanos que exportam principalmente commodities primárias para a China

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As grandes reformas iniciadas pelo presidente Deng Xiaoping culminou com o crescimento e grande modernização do polo industrial do país. Esse crescimento deu-se através da elaboração de concretização de alianças com outros países emergentes, situados principalmente nas fronteiras e que podem contribuir com elevada quantidade de recursos naturais. Sendo assim, que o grande Dragão do Oriente se encontra na classificação de maior país emergente do mundo não é segredo para ninguém, mas até que ponto esse crescimento não interfere na política econômica de outros países que se relacionam com a China?

Em relação aos Estados latino-americanos, a base comercial com a China consiste na importação de commodities.Embora estes importadores temam o crescimento da influência chinesa, os mesmos têm se beneficiado, pois ao invés de competirem com a China, foram capazes de oferecer aos chineses aquilo que eles mais precisam e de forma crescente, ou seja, os recursos naturais. Em troca desta “ajuda”, o Estado chinês se comprometeu a realizar investimentos que auxiliariam o país exportador no crescimento e reestruturação das diversas parcelas da sociedade. No entanto, até os dias atuais esta promessa não foi concretizada.

A relação entre a América Latina com a China iniciou-se na década de 1970, mas somente em 2005 foi concretizada de maneira grandiosa, ou seja, foi assinado um acordo de livre comércio. Após o reconhecimento pelo Brasil do status de economia de mercado da China, um sistema que quotas de tecidos foram suspensas e a China passou a despejar produtos têxteis baratos no país. Surgiram então as grandes manifestações contra essa concessão, com exemplo do FIESP que reclamou que a ação do governo poderia resultar em danos irreparáveis para a indústria brasileira.

O Brasil passou a argumentar que o reconhecimento da China continha vários erros técnicos e encontrou uma brecha para ir contra a política chinesa e aplicar políticas antidumping aos produtos que eram importados da China. No entanto, mesmo com estas consequências, os países latinos que exportam commodities primárias se beneficiaram mais de sua interação com a China do que com outras regiões do globo.

Dessa forma, para que a relação China-América Latina não se torne algo ruim para com a indústria dos países importadores, é preciso que os mesmos remodelem suas políticas econômicas e seus objetivos para que seus ganhos de curto prazo não se tornem perdas de longo prazo.

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Leticia  Por Letícia Osti – Direto de Marília-SP, Brasil.

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