Coronavírus, economia e importação

Desde o começo da pandemia na China, o novo coronavírus tem influenciado tanto na economia quanto em todos setores da sociedade. Com cerca de 1/3 das pessoas do mundo em quarentena, o coronavírus começa a causar sintomas em diversas facetas do nosso cotidiano. Entenda mais sobre o novo coronavírus, economia e importação em tempos como ese!

Quando chegou ao Brasil, a epidemia causou alguns impactos na economia nacional, que serão melhor explorados abaixo. A pandemia do coronavírus está sendo explorada em tudo quanto é tipo de mídia. No vídeo abaixo, exploramos uma perspectiva incomum sobre a quarentena no Brasil:

 

Coronavírus e as importações

As importações são as mercadorias que são produzidas fora do Brasil e são compradas para revenda no mercado brasileiro. Durante uma epidemia como esta, as importações ão fortemente afetadas pela mudança de relacionamento entre os países.

Um dos impactos que o novo coronavírus teve na importação foi a de aumento da demanda de alguns produtos como a máscara N95 e outros itens de higiene. A falta de estoque aqui resulta da preferência por exportar o produto em vez de comercializá-lo no Brasil, devido a vantagens como o pagamento em dólar.

 

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As ruas da cidade de Wuhan, pimeiro epicentro da pandemia, ficaram vazias durante a quarentena da cidade. Fonte: Time

 

Ou seja, durante os piores dias que a China teve de epidemia do coronavírus, o Brasil e outros países estavam exportando máscaras e outros equipamentos de segurança para suprir a demanda chinesa.

Par suprir tal demanda o governo brasileiro zerou os impostos de importação para as máscars N95. O objetivo é fazer com que mais empresários brasileiros busquem importar este produto para o Brasil e assim supra-se a necessidade pelo produto. Um problema muito grande que o Brasil vai enfrentar é a escassez de máscaras e outros equipamentos de produção.

 

Escassez de outros produtos

Além dos equipamentos de segurança individual como máscaras, aventais e luvas, outros produtos começam a se tornar escassos no mercado. Com a grande maioria da China normalizada desde o início de março, as consequências das 6 semanas de quarentena começam a se evidenciar. Foram 6 meses de 0 produção em todo o país, não só devido à contenção do novo coronavírus mas também devido ao maior feriado nacional, o Ano Novo Chinês.

Sendo a maioria dos produtos comercializados no mundo produzidos em fábricas chinesas, começa a ocorrer um atraso na entrega destas mercadorias. Com isso, o mercado, antes não afetado pelo coronavírus, passa a sentir as consequências de uma epidemia no país de produção.

 

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Fonte: Zero Waste Europe

 

A constância dos estoques das fábricas chinesas foram afetados. Isso agiu também sobre os produtos cuja matéria-prima vem da China. As empresas que guardaram estoque para esta época saíram em vantagem em relação a outras. É previsto um aumento na demanda, uma diminuição na oferta de produtos e, consequentemente, um aumento de preços.

A dica principal aqui é conversar com o seu fornecedor se a sua cadeia produtiva será afetada pela pausa na produção das fábricas chinesas. Caso a empresa disponha de dinheiro para investir, é recomendado que se realize um estoque dos produtos.

 

Quarentena vertical

A quarentena vertical foi apresentada como uma possível solução para que as consequências do novo coronavírus na economia não fossem tão devastadoras. Em suma, este novo termo (vertical lockdown) ganhou importância conforme a população brasileira se divergia em opiniões sobre a quarentena. Entenda melhor sobre este método assistindo ao vídeo abaixo:

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Por Mariana Madrigali, diretamente de Brotas, SP – Brasil

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