China estreita laços militares com Irã para reforçar sua presença no Golfo Pérsico

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No último dia 23, quinta-feira, o ministro da Defesa Chinês, Chang Wanquan, declarou ao comandante da Marinha iraniana querer ter laços militares com o Irã. Ele alega que ambas as forças armadas tem mantido ampla cooperação nos últimos anos, por isso, deve-se haver um intercâmbio entre as duas forças e alianças pragmáticas entre os militares.

Sob o ponto de vista iraniano de acordo com a Xinhua Sayyari esta relação tem uma importância em grande medida na forma que também entendem que os avanços nas relações bilaterais devem prosseguir.

Dentre outras medidas tal aproximação se deve a priori no objetivo de reforçar a capacidade militar do Irã no Golfo Pérsico, bem como exercer junto à China um papel de influência muito maior para além da Ásia.

Ao se analisar tal dado a cada medida tomada pelo governo chinês é possível desfazer um paradigma que já perdura há anos, mais precisamente, desde a queda da URSS na qual proporcionou ao mundo um monopólio de capacidades. Nesse sentido a China estreitando laços importantes como este não só militares, mas econômicos com todo o mundo seria incabível alegar que num futuro próximo um novo episódio de bipolarização nas Relações Internacionais deva ocorrer?

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Este artigo foi escrito pelo graduando de Relações Internacionais, Rafael A. Belfiore, Faculdades Metropolitanas Unidas, São Paulo – SP. 


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