A reestruturação dos laços diplomáticos entre China e Japão

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Em sua visita ao Brasil na última semana, o primeiro ministro japonês Shinzo Abe além de estreitar suas relações comerciais com o Brasil e países da América Latina afirmou que no que tange o assunto diplomacia, tem estreitado laços com a China, de forma “silenciosa” e gradual.

As relações entre os dois países são historicamente marcadas pela tensão,  desde a forte dominação exercida pelo Japão na China, o massacre de Nanquim que dizimou milhares de chineses em 1937 e agravou mais ainda a o cenário marcado pelo conflito, e atualmente a  disputa pelo Mar da China Oriental, a qual dura mais de uma década.

“É normal ter conflitos com quem se divide oceanos, ou com quem se tem fronteiras territoriais comuns” afirmou o primeiro ministro japonês em uma entrevista dada aos jornalistas brasileiros; e afirmou ainda que espera que a China assim como o Japão sempre estimule a diplomacia e a abertura do canal de comunicação entre os países.

A reestruturação dos canais diplomáticos, segundo ele, tem acontecido de forma gradual, e principalmente de forma “silenciosa” de modo a dissolver qualquer resquício de ressentimento e fomentar parcerias bilaterais, o que para ele deveria ter acontecido muito antes na história.

Nesse sentido, segundo  fontes ligadas ao presidente chinês  Xi Jinping,  ele pretende estimular a reaproximação entre os países, e especula-se ainda  iniciar a reaproximação por meio da criação de uma cúpula visando fomentar um fórum econômico de cooperação asiática que teria data para Novembro deste ano.

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Este artigo foi escrito pela graduanda de Relações Internacionais, Nayara Chrisnam das C. Melo, Faculdades Metropolitanas Unidas, São Paulo – SP. 

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