Alta do Dólar: Entenda porque ela afeta sua vida

 

Alta do dólar

 

Porque importar em momentos de crise?

Com o nosso real desvalorizado e a alta do dólar, fica difícil pensar em como podemos economizar em tempos de crise. O caso do Brasil, porém, é particularmente delicado. O real é um caso peculiar. E juntamente com a crise, apresenta ainda maior volatilidade e inflação dos preços devido à alta do dólar.

Nosso país é um grande exportador de commodities e recursos naturais. Apresenta potencial industrial baixo, e precisa importar produtos manufaturados da China e também de outros países, e exportar matérias-primas. No caso de confirmação da esperada recuperação da moeda norte-americana, as matérias-primas exportadas pelo país tenderiam a perder força, deteriorando os termos de troca por aqui. Em resumo, mantemos o prognóstico de valorização do dólar contra o real.

O que continua nos surpreendendo é como importar ainda pode ser a melhor solução para melhorar processos produtivos de indústrias. Infelizmente, o Brasil ainda precisa importar muita matéria-prima e componentes para continuar mantendo o consumo de diversas linhas de produtos em seu mercado. Não é possível generalizar, neste momento existem diversos produtos com uma alta margem de lucro, quando outros já não estão em seus melhores momentos.

 

Importar da China continua valendo a pena

A China sempre foi uma grande referência para quem quer importar. Com oferta ilimitada de mão de obra, e explosivo crescimento da produtividade, é uma das principais economias do mundo.

Em muitos mercados, sai mais em conta importar do que produzir no próprio país. A importação de produtos da China já é uma realidade no mundo todo, sendo que o mercado das roupas e dos tecidos só aumenta. Um grande exemplo exemplo atual é a importação de painéis solares e lâmpadas LED, em que há muita variedade na China, com bons preços, qualidade e tem sido uma grande alternativa de produtos a serem importados. Com a atual crise energética no mundo e no Brasil (sem mencionar  o aumento do preço do combustível e da nossa energia elétrica), essas alternativas podem ser muito interessantes. As lâmpadas LED por serem mais econômicas e pouparem energia elétrica, e os painéis solares por gerarem energias alternativas para serem utilizadas.

Quem realiza importações não vai parar, mas avalia melhor as condições de mercado e pode procurar fornecedores mais baratos, ou diminuir a quantidade, mas segue à procura de manter seu negócio. Aquelas empresas que param de importar ou desistem de iniciar pela crise, perdem oportunidades gigantes de negócios. As empresas que continuam a importar mesmo com o dólar alto e em momentos de crise econômica têm uma grande vantagem e saem muito na frente quando a economia retoma seu crescimento, pois já estão com seu capital em alta.

O lado positivo das importações é ter a possibilidade de apresentar novos métodos de produção aos países, e também tecnologia, produtos com maior qualidade, e com um custo reduzido. Isso também aumenta a concorrência no mercado interno e entre países, pois faz com que as indústrias mudem seus meios de produção e se modernizem.

Além do mais, vale destacar que a economia sempre funciona em “ciclos de crescimento e queda”. Então, por mais que as perspectivas no momento possam não parecer tão boas, e surja o medo de investir, é provável que muito em breve  a economia retomará para momentos bem promissores. Então, essa é a hora de aproveitar e sair na frente, e a China Link estará bem perto de você para propor as melhores soluções e alternativas para que seu negócio tenha ainda mais sucesso!

A alta do dólar afeta muitos mercados!

A alta do dólar tem assustado muita gente, e ele ultrapassou pela primeira vez a marca dos R$ 4. Muitas pessoas acham que isso não as afeta, pois não ganham em dólar nem pretendem viajar para o exterior em breve. A verdade, porém, é que o dólar mais alto deixou o brasileiro mais pobre.

“O impacto da alta do dólar na vida das pessoas vai chegar a todos, inclusive à dona de casa”, diz Edgar de Sá, economista-chefe da FN Capital.

O consumidor tem levado para casa uma quantidade menor de produtos pagando mais por eles por causa do avanço da inflação. Com o avanço da inflação, especialmente de tarifas que reduziram a renda do consumidor, e o avanço do desemprego, as famílias cortaram em três vezes as idas às compras. Foi a maneira encontrada para encaixar as despesas no orçamento, que ficou mais apertado por causa da crise.

Entenda o porquê:

O Brasil se encontra em situação de desequilíbrio fiscal, o que mostra que o governo gasta mais do que ganha, e os investidores não enxergam uma solução sustentável para esse problema num futuro próximo.

Além de o Brasil perder a credibilidade com os investidores externos, nos encontramos com a taxa de inflação elevada. E não há perspectiva de melhora. A consequência disso é que o real se desvaloriza e que fiquemos mais pobres. Perdemos poder de compra em relação ao resto do mundo.

Dólar em alta

 

Veja os produtos que ficam mais caros:

Impactos mais visíveis

O preço das viagens internacionais e dos produtos importados, como azeites, vinhos e peixes (como o bacalhau).

Trigo, gás e gasolina importados

“O Brasil importa cerca da metade do trigo que consome, então, inevitavelmente, isso tem efeito no preço final dos seus derivados”, diz Vitor França, assessor econômico da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Outras matérias-primas também são importadas, como gás e gasolina. Isso provoca um aumento do pãozinho, do macarrão, da gasolina, por exemplo. Ou seja, tudo fica mais caro.

Não são apenas os produtos importados que sofrem aumento com a alta do dólar

Além disso, alguns produtos que são produzidos aqui no Brasil também têm seu preço atrelado ao dólar. É o caso da soja, da carne, do café, do açúcar, do milho. Mesmo que eles sejam produzidos no país, quando o dólar está mais caro fica mais vantajoso para o produtor exportar. Então, se ele mantém o produto para ser vendido aqui dentro, ele vai querer receber mais por isso.

Outra maneira pela qual a alta do dólar influencia os preços é que, com o produto importado mais caro, os produtos nacionais acabam também sofrendo um reajuste. Os produtores aproveitam a alta do importado para aumentar a margem de lucro do nacional também.

Alguns setores podem até ser beneficiados com a alta do dólar, mas no médio e longo prazo, todos perdem, pois a moeda não está desvalorizada por uma escolha, mas porque a economia está enfraquecida.

Tomate e carne podem ficar mais ‘salgados’

A maior parte dos fertilizantes também é comprada fora do país.  Assim, produtos agrícolas, como o tomate, tendem a ficarem mais caros por causa do dólar alto.

Outro produto impactado é a carne. O Brasil produz muita carne, mas o dólar alto faz com que o produtor mude sua estratégia e fique mais focado no mercado internacional. Como a oferta interna fica um pouco menor, o preço aqui dentro tende a subir.

Preços de desodorantes e cremes podem subir

O gerente do departamento de economia da Associação Paulista de Supermercados (Apas), Rodrigo Mariano, destaca ainda outros produtos encontrados nos supermercados que devem ter os preços elevados: os artigos de higiene e beleza, como desodorantes e cremes.

Isso porque eles são produzidos com componentes químicos importados.

Celular e televisão também são afetados

Equipamentos eletrônicos são outra categoria de produtos cujos preços tendem a flutuar de acordo com a cotação do dólar.

O impacto é direto num celular como o iPhone, por exemplo, porque ele é importado. Mas mesmo equipamentos montados aqui no Brasil, como televisores, têm muitas peças compradas fora do país e que, portanto, ficam mais caras quando o dólar sobe.

A boa notícia, nesses casos, é que os estoques do varejo estão altos por causa do desaquecimento da economia.

“Metade das empresas que vendem bens duráveis está com estoque acima do desejável. Isso significa que essas mercadorias foram compradas quando o dólar estava mais baixo, então elas devem segurar os preços por um tempo”, diz França, da FecomercioSP.

Para compensar, outros produtos ficam mais baratos

O consumidor também pode acabar não sentindo um impacto tão grande na conta final do supermercado porque alguns fatores têm puxado os preços de outros produtos para baixo.

“O momento é de redução da entressafra do leite, por exemplo, porque as pastagens melhoraram. Nesse caso, o preço tende a cair, o que acaba compensando a alta nos valores de outros produtos”, diz Vitor França.

Em agosto, o Índice de Preços dos Supermercados (IPS), calculado pela Apas e pela Fipe, registro queda mensal de 0,18%. Os artigos de higiene e beleza tiveram alta de 1,4%, mas o preço do leite, por exemplo, caiu 0,3%.

 

Fonte: http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2015/09/23/dolar-mais-alto-deixa-o-brasileiro-mais-pobre-veja-quem-ganha-e-quem-perde.htm

http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2015/09/23/nao-e-so-a-viagem-a-miami-dolar-alto-encarece-pao-desodorante-e-celular.htm

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