Desenvolvimento do mercado chinês de têxteis faz Brasil elevar qualidade – China Link Trading

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A linha de produção no mercado têxtil do Brasil tem enfrentado uma legítima guerra de preços entre os produtos fabricados em massa na China, e está perdendo. No setor de matéria-prima têxtil, a China quintuplicou nos últimos quinze anos a produção de materiais de tecido de corte tipo exportação, e ao longo das previsões de cenário para 2015, se manterá ampliando a distância do nível de produção perante o Brasil, conquistando territórios e mercados que as indústrias brasileiras já não conseguem mais suprir na América Latina, como as exportações para a Bolívia, que se mantém em standby.

O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), porém, demonstra uma medida de salva-guarda extra-oficial perante o caso têxtil, afirmando que no setor de corte e design dos tecidos o mercado brasileiro segue forte, e despontando pela qualidade de desenho e aperfeiçoamento dos produtos. O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, afirmou nessa quinta-feira, dia 4, que “se olharmos do lado da marca, do branding que vem do varejo, da moda, para a indústria, o quadro é diferente”.

A ressalva de desenho industrial têxtil brasileira tem se destacado no desenvolvimento e abastecimento de mercados de moda de grande referência no cenário mundial, como o milanês italiano e os designers californianos.

Essa qualidade que está surgindo por parte do mercado brasileiro faz com que o preço agregado de matéria-prima inclusa ao trabalho de corte e costura mantenha-se competitivo e de alta qualidade no mercado mundial.

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Este artigo foi escrito pelo graduando de Relações Internacionais, Luis Gustavo Colalto Silva, Faculdades Metropolitanas Unidas, São Paulo – SP. 


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