Importação e exportação da China: vale a pena? Saiba mais sobre o comércio Brasil–China

Com o aumento desenfreado do processo de globalização no século XXI, as atividades de exportação e importação de produtos têm se tornado cada vez mais determinantes no movimento do comércio internacional.

 

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Nesse sentido, as relações econômicas entre Brasil e China têm se intensificado em um ritmo igualmente frenético, de modo a facilitar que os produtos brasileiros possam ser disseminados em território chinês, criando novas oportunidades de investimentos para as empresas que desejam expandir seus horizontes internacionalmente.

O mesmo acontece na via contrária, já que, ao importar produtos chineses, produtos-base ou até mesmo já manufaturados e prontos, a empresa brasileira tem a oportunidade de experimentar uma redução de custos em sua produção. Saiba mais sobre importação e exportação entre Brasil e China!

 

Importação e exportação da China: vale a pena?

 

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O desenvolvimento do comércio Brasil-China teve início em meados dos anos 1950, ainda informalmente e sem uma notável expressividade econômica. Durante quase todo o século XX, o comércio exterior brasileiro foi muito limitado e contou com poucos destinos comerciais. No entanto, no começo da década de 1990, o comércio bilateral entre os países experimentou um boom em suas transações. Foi nesse período que ocorreu a incorporação dos chamados “novos mercados” como destinos dos produtos brasileiros, caracterizando um comércio fora do eixo tradicional da União Europeia e do continente americano.

Já em 2006, com o amadurecimento das relações comerciais entre o Brasil e a China, a corrente de comércio entre os dois países ultrapassou os US$ 16,39 bilhões. Em 2008, a China ultrapassou a Argentina e tornou-se o segundo maior parceiro comercial do Brasil. No ano de 2009, dentro destes “novos mercados”, a China ganhou destaque e passou a desempenhar um papel fundamental no comércio exterior brasileiro, ultrapassando os Estados Unidos e alcançando a classificação de maior parceiro do Brasil.

 

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À esquerda, o presidente do Brasil, Michel Temer, e à direita, o presidente da China, Xi Jinping em Hangzhou

 

Ainda hoje, apesar de ter se expandido, o comércio exterior brasileiro ainda se direciona pra um número seleto de países. No ramo das exportações que saem do Brasil em direção à China, as commodities ainda representam boa parte da lista de produtos exportados. No ano de 2011, por exemplo, os minérios de ferro, a soja e o petróleo bruto representaram, sozinhos, mais de 75% das exportações brasileiras com destino à China. Em relação aos produtos oriundos do agronegócio, houve um crescimento significativo no valor exportado de itens como couros e peles em estado natural, carnes de aves e algodão.

no caso das importações de mercadorias chinesas ao Brasil, os produtos ligados à alta tecnologia obtêm destaque, como peças para aparelhos de telefonia e televisões, dispositivos de cristais líquidos e telas para computadores, seguidos de produtos como máquinas, roupas, brinquedos e acessórios diversos. No ano de 2007, por exemplo, a importação brasileira de produtos chineses contou com mais de 95% de bens manufaturados e cerca de 2% de básicos.

 

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Com relação às barreiras tarifárias do comércio China–Brasil, nota-se que os principais produtos chineses importados pelo Brasil pagam menos impostos e, portanto, são vendidos a valores menores do que os produtos nacionais. Por isso, considerando-se um mercado de eletrônicos nacional, por exemplo, é vantajoso ao empresário a importação da China para obter mais lucros do que teria se adquirisse produtos domésticos.

Às empresas brasileiras que desejam exportar para a China, é interessante que tracem uma estratégia comercial consistente e que exportem produtos que atendam de forma satisfatória a necessidade do mercado interno chinês.

 

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Em um país tão populoso, a variedade de produtos demandados é imensa, o que pode ser um fator positivo para iniciar um movimento de exportações para o país. Já em relação às empresas brasileiras que desejam importar produtos diretamente da China, a maior vantagem é em relação ao baixo custo envolvido nesta transição econômica, bem como a variedade de produtos, com os mais diversos fins, que se pode importar.

O processo de globalização, certamente, tende a acirrar ainda mais o comércio exterior promovido entre Brasil e China, o que representa um novo nível atingido pelas negociações internacionais e novas oportunidades para os empresários brasileiros, das mais diferentes áreas.

E aí, que tal se arriscar nos negócios com a China como uma nova fonte de lucro para o seu empreendimento?

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Por Juliana Fraquetto, diretamente de Marília, SP, Brasil

Fontes: El País; Comex do Brasil; G1

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